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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Questões
Seu brilho faz me arrepender tanto,
Dos meus trilhos de ferro sobre as pedras,
Seu perfume é algum tipo de anestésico,
E reage aliviando minha dor e minhas memórias,
Sua presença fortalece minha angustia,
O som da tua voz me faz sofrer,
O suficiente para correr,
Correr o mais, mais longe, distante que fadigado,
Sinto-me só, pensamento solitário, avulso, a deriva do mar,
Que vontade de voltar.
Ai me cura os olhos da cegueira,
Sara minhas fraquezas
Alegra-me,
E espera novamente?
elton wagner.
sábado, 7 de julho de 2012
Será daqui a 6,5 bilhões de anos. E, quando isso acontecer, a Terra não existirá mais: terá sido consumida numa enorme nuvem incandescente.
O mundo vai acabar daqui a 5 bilhões de anos. De que forma? O Sol engolirá a Terra. O processo será lento. Segundo as previsões dos especialistas,
a estrela que rege nosso sistema planetário entrará pouco a pouco na última fase de sua vida - uma espécie de terceira idade estelar,
ou, como definem os astrônomos, a fase das gigantes vermelhas - antes de apagar. Antes desse processo de envelhecimento, no entanto, o Sol passará por grandes transformações. Primeiro,
ele vai se expandir e seu raio chegará à órbita de Marte, sufocando Mercúrio, Vênus e a Terra. O calor será tão intenso que inviabilizará a vida no nosso planeta.
Quantas bilhões de vezes este processo aconteçeu?
E o quanto estava avançada a inteligência desta forma humana que domina este mundo?
este planeta é o refulgio da vez para nos, nos que ja calculamos por muitas vezes um bom refulgio para abrigar esta forma de vida predominante no universo.
temos aproximadamente cinco bilhões de anos para descobrir outro local, outro refulgio para nossa evolução.
O estudo da luz e som é o principio para viagens espaciais.
Elton Wagner...
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Quanto mais o tempo passa o homem se perde nas suas próprias
confusões nas suas concepções religiosas e politicas e não conseguem enxergar a
verdadeira grandeza das coisas, como elas realmente são. A tecnologia está
avançando, pessoas estão se qualificando aprimorando seus conhecimentos e
suprindo cada vez mais suas necessidades, e quanto mais avança em coisas boas
acabam se afastando das iniquidades mundanas, as coisas tendem a evoluir em
tecnologia, ciência e religião, faça parte da evolução tornem não apenas um
templo mais bonito, mas um mundo também. Mas ninguém é obrigado a nada, as
pessoas deixam de ser ignorantes quando elas realmente querem.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Resposta sobre um debate interessante...
http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38579011&postID=6253678016735424006&page=1&token=1334207123229
Bom pelo que observei se depender de comunhão e inteligencia na hora de se associar interpessoalmente com o próximo, metade dos seres que debateram não adentrarão no reino que tanto buscam, o fato é que é uma situação cientificamente explicável, o fato dos galhos e folhas que ascendem em meio a natureza, também comento a fusão atômica, e as super novas, e todo o universo infinito e suas leis físicas, comento também as anãs brancas, os black holes, outras formas de vida em outros sistemas solares que tenho em meus pensamentos grande probabilidade de ter alguma relação com a glória que tanto se busca aqui de nossa terra, que por ventura com tanto poucos recursos científicos. Mais interessante que isso tudo é olhar para o alto para fora deste caverna de pensar e indagar... Existe algo por traz de tudo isso sim, uma força maior que toda tecnologia humana, algo muito maior que nem o maior teólogo possa explicar... o que me deixa mais feliz é que em alguns comentários a religião se associa a ciência como irmãs, e este para o meu perceber é o caminho para novas descobertas... Eu penso no paraíso como uma grande empresa e que o dono dela já esteve aqui por vários motivos e um dia irá voltar para selecionar os melhores no que fazem, para aprimorar ainda mais o existente aos espaços que nunca com nossa bruta inteligencia puderíamos imaginar, Deus, Jesus anjos e demônios são fisicamente mais reais do que a a maioria das pessoas imaginam. Então galera não se preocupem em indagar com seus irmãos que por ventura tem os mesmos objetivos_Certo? se preocupem em cada vez mais se tornarem inteligentes e aprender cada vez mais e criticar o que veem, as informações, todas elas são importantes e não ocupam espaço em suas memórias... HA ia me esquecendo,,, Que a ignorância va para o inferno em nome De Jesus...Yeshua Hamashia...Apaz para todos... Meu nome é Elton Wagner, Um ex membro da assembléia... E um eterno amante de Deus... (11) 66516271 http://wagnerelton.blogspot.com.br/2012_02_01_archive.html
Bom pelo que observei se depender de comunhão e inteligencia na hora de se associar interpessoalmente com o próximo, metade dos seres que debateram não adentrarão no reino que tanto buscam, o fato é que é uma situação cientificamente explicável, o fato dos galhos e folhas que ascendem em meio a natureza, também comento a fusão atômica, e as super novas, e todo o universo infinito e suas leis físicas, comento também as anãs brancas, os black holes, outras formas de vida em outros sistemas solares que tenho em meus pensamentos grande probabilidade de ter alguma relação com a glória que tanto se busca aqui de nossa terra, que por ventura com tanto poucos recursos científicos. Mais interessante que isso tudo é olhar para o alto para fora deste caverna de pensar e indagar... Existe algo por traz de tudo isso sim, uma força maior que toda tecnologia humana, algo muito maior que nem o maior teólogo possa explicar... o que me deixa mais feliz é que em alguns comentários a religião se associa a ciência como irmãs, e este para o meu perceber é o caminho para novas descobertas... Eu penso no paraíso como uma grande empresa e que o dono dela já esteve aqui por vários motivos e um dia irá voltar para selecionar os melhores no que fazem, para aprimorar ainda mais o existente aos espaços que nunca com nossa bruta inteligencia puderíamos imaginar, Deus, Jesus anjos e demônios são fisicamente mais reais do que a a maioria das pessoas imaginam. Então galera não se preocupem em indagar com seus irmãos que por ventura tem os mesmos objetivos_Certo? se preocupem em cada vez mais se tornarem inteligentes e aprender cada vez mais e criticar o que veem, as informações, todas elas são importantes e não ocupam espaço em suas memórias... HA ia me esquecendo,,, Que a ignorância va para o inferno em nome De Jesus...Yeshua Hamashia...Apaz para todos... Meu nome é Elton Wagner, Um ex membro da assembléia... E um eterno amante de Deus... (11) 66516271 http://wagnerelton.blogspot.com.br/2012_02_01_archive.html
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Salvação, porque ficar se perguntando sobre o será ou o porque, de alguma forma ela exista, e se a forma de alcançar esta salvação for simplesmente Amar o seu próximo, e ter bons feitos e atos para com os culpados e inocentes Deus não terá tanto trabalho. Pessoas puras de coração não são criadas por nenhuma entidade ou instituição, pessoas puras simplesmente nascem como uma folha em branco e se elas caem nas mão erradas pode ser que se cortem, rasguem se corrompam, mas nunca deixaram de enxergar onde exista bondade onde exista alguém que não te idolatra as mentiras, e sempre, sempre irá onde segurar. As pessoas sabem oque são, quando se olham no espelho não existe mascara que resista ao seu próprio reflexo, não ha mentira que se fortaleça diante de seus próprios olhos. Ai está as chaves que te salva ao menos de sua própria consciência, pense em todas as pessoas que você já fez mau e bem. Reflita e seja bem vindo ao seu Céu...
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Boa mistura projeto "Luz nas favelas"
Artistas espanhóis boamistura, graffiti rockers, pintaram os muros da minha casa, no projeto "Luz nas favelas".

boamistura, graffiti rockers
boamistura, graffiti rockers
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Black hole
New black hole
mostrando a incrível velocidade de 32 milhões de km/h, o que representa cerca de 3% a velocidade da luz, sendo quase 10 vezes mais velozes do que qualquer outro vento já encontrado em um buraco negro.
Buracos negros de massa estelar, que nascem do colapso de uma estrela extremamente grande, normalmente possuem de 5 a 10 vezes a massa do Sol. O buraco negro em questão é chamado de IGR J17091. Trata-se de um sistema binário em que uma estrela parecida com o Sol orbita um buraco negro. Este sistema está localizado na região central da Via Láctea, a cerca de 28 mil anos-luz da Terra.
“É uma surpresa este pequeno buraco negro ser capaz de reunir altíssimas velocidades de ventos, que normalmente é visto só em buracos negros gigantes”, disse o co-autor do estudo Jon Miller, da Universidade de Michigan.
Outra descoberta surpreendente do estudo é que o vento, que vem de um disco de gás em torno do buraco negro, pode estar jogando fora mais material do que o próprio buraco está engolindo.
“Ao contrário da percepção popular de que buracos negros puxam todo tipo de material que chegue perto, nós estimamos que 95% da matéria do disco em torno deste buraco negro é expelida pelo vento”, disse Ashley King, autora da pesquisa.
Ao contrário dos ventos de furacões na Terra, os ventos de IGR J17091 estão soprando em muitas direções ao mesmo tempo. Este padrão o distingue de um jato, no qual o material flui em feixes focalizados perpendicular ao disco do buraco negro, muitas vezes, próximos da velocidade da luz.
Os astrônomos acreditam que os campos magnéticos dos discos de acreção dos buracos negros são responsáveis pela produção de ambos os ventos e jatos. Características dos campos magnéticos e a taxa de material que cai no buraco negro é, provavelmente, o que causa a produção de ventos para todos os lados ou jatos, afirmam os cientistas.
informações obtidas do Jornal ciência http://jornalciencia.com/universo/via-lactea/1493-astronomos-encontraram-ventos-de-32-milhoes-de-kmh-em-buraco-negro-da-via-lactea
mostrando a incrível velocidade de 32 milhões de km/h, o que representa cerca de 3% a velocidade da luz, sendo quase 10 vezes mais velozes do que qualquer outro vento já encontrado em um buraco negro.
Buracos negros de massa estelar, que nascem do colapso de uma estrela extremamente grande, normalmente possuem de 5 a 10 vezes a massa do Sol. O buraco negro em questão é chamado de IGR J17091. Trata-se de um sistema binário em que uma estrela parecida com o Sol orbita um buraco negro. Este sistema está localizado na região central da Via Láctea, a cerca de 28 mil anos-luz da Terra.
“É uma surpresa este pequeno buraco negro ser capaz de reunir altíssimas velocidades de ventos, que normalmente é visto só em buracos negros gigantes”, disse o co-autor do estudo Jon Miller, da Universidade de Michigan.
Outra descoberta surpreendente do estudo é que o vento, que vem de um disco de gás em torno do buraco negro, pode estar jogando fora mais material do que o próprio buraco está engolindo.
“Ao contrário da percepção popular de que buracos negros puxam todo tipo de material que chegue perto, nós estimamos que 95% da matéria do disco em torno deste buraco negro é expelida pelo vento”, disse Ashley King, autora da pesquisa.
Ao contrário dos ventos de furacões na Terra, os ventos de IGR J17091 estão soprando em muitas direções ao mesmo tempo. Este padrão o distingue de um jato, no qual o material flui em feixes focalizados perpendicular ao disco do buraco negro, muitas vezes, próximos da velocidade da luz.
Os astrônomos acreditam que os campos magnéticos dos discos de acreção dos buracos negros são responsáveis pela produção de ambos os ventos e jatos. Características dos campos magnéticos e a taxa de material que cai no buraco negro é, provavelmente, o que causa a produção de ventos para todos os lados ou jatos, afirmam os cientistas.
informações obtidas do Jornal ciência http://jornalciencia.com/universo/via-lactea/1493-astronomos-encontraram-ventos-de-32-milhoes-de-kmh-em-buraco-negro-da-via-lactea
Raios globulares
Você provavelmente já viu um relâmpago durante uma tempestade, não? Eles são rápidos e geralmente tem sempre o mesmo comportamento. No entanto, existe um fenômeno que envolve os relâmpagos que ninguém sabe explicar. Esse mistério é chamado de “Relâmpagos Globulares”.
Relâmpagos globulares, ou raios-bola (ball lightning), são esferas luminosas que aparecem geralmente durante tempestades, possuem comportamento imprevisto e desafiam o Conhecimento Estabelecido há muitos anos. Não, não, não se trata de um Kamehameha, Hadouken ou um Fuuton Rasengan Shuriken mas é algo parecido. Até as últimas décadas do século XX, eles eram considerados uma ilusão de ótica, fraude, ou erros de interpretação das testemunhas.
O crescente número de relatos, contudo, mobilizou considerável volume de recursos e pessoas dispostas a tratá-lo com seriedade. Como é natural, a dificuldade em obter explicações consistentes dentro do paradigma mantém viva a resistência em admitir sua efetividade, de modo que a realidade concreta de muitos dos eventos continua sendo motivo de questionamento na comunidade científica.
Teoricamente, o relâmpago globular não poderia existir. Ele vai contra algumas leis da física que conhecemos e isso deixa muitas pessoas irritadas.
Existem inúmeros relatos de testemunhas oculares do fenômeno, desde muitos séculos. Segundo aqueles que já o viram, o relâmpago globular é um espetáculo apavorante:
A bola luminosa aparece de repente, avança para a pessoa emitindo um forte ruído, pode às vezes queima-la, danificar objetos, e não raro desaparece após violenta explosão.
Diana de Poitiers (amante de Henrique II, da França), por exemplo, teria sido queimada por uma chama que correu em volta de seu quarto, em sua noite de núpcias em 1557.
Em 1596, segundo um relato, algo alarmante aconteceu enquanto o Dr. Rogers pregava seu primeiro sermão na Catedral de Wells: “Em seu sermão, de acordo com um texto que escolhera, e não tendo feito oração, ele começou a discutir os espíritos e suas propriedades; momentos depois, pela janela oeste da igreja entrou uma coisa escura, do tamanho de uma bola de futebol, que seguiu pela parede do lado do púlpito; e, de repente, ela como que se partiu, mas com não menos estrondo e terror do que cem canhões houvessem sido disparados ao mesmo tempo; e com isto caiu uma tempestade extremamente violenta, com relâmpagos e trovões, como se a igreja estivesse cheia de fogo.”
Muito impressionante, sem dúvida, mas a despeito de todas essas histórias os cientistas que posteriormente se ocuparam do fenômeno continuaram a encará-lo como um enigma: ninguém conseguia decidir-se sobre se o relâmpago globular existia ou não. É bem verdade que não houve nenhum problema antes que a “era científica” trouxesse novas descobertas sobre a natureza da eletricidade: as pessoas contentavam-se em admitir que o relâmpago em forma de bola, como o trovão ou a chuva torrencial, era apenas mais uma manifestação do universo imprevisível e não poucas vezes hostil.
Já no século XIX, porém, os que estudavam a eletricidade não conseguiam conciliar seus conhecimentos com a idéia de que algo como um relâmpago pudesse existir em forma de bola, completas em si mesma. Nos laboratórios de pesquisas, eram geralmente tratadas com desdém notícias como esta, de 1892:
“… a família estava na casa, com as portas e janelas abertas, quando uma bola luminosa pareceu saltar do fio, passou pela porta aberta e uma janela, seguiu seu curso por algumas varas através do espaço aberto por trás da casa. Um menino que estava na sala agarrou o polegar gritando: “Estou ferido”, e o Sr. Hewett sentiu, durante algum tempo, uma sensação no braço esquerdo. Uma menina pegou seu xale e saíu correndo da casa para perseguir a bola. Disse que a persegiu durante certa distância, enquanto ela se afastava saltitando, até que pareceu dissipar-se no ar sem nenhuma explosão…“
Em tempos mais recentes muitos cientistas chegaram a admitir que, afinal de contas, os relâmpagos em forma de bola talvez existam. Isto se deve, de um lado, ao desenvolvimento dos conhecimentos de meteorologia e de física do plasma, permitindo criar um quadro dentro do qual se pode examinar e principiar a compreender o problema, e, de outro lado, ao fato de que não tem diminuído o número de relatos de testemunhas oculares. Houve, por exemplo, uma extraordinária manifestação do fenômeno na pequena estação balneária escocesa de Crail, em agosto de 1966.
Na tarde em questão, a Sra. Elizabeth Radcliffe voltava para casa, andando por um caminho de concreto perto da praia:
“Ergui os olhos e vi o que julguei ser uma espécie de luz e, quase no mesmo instante, ela se transformou numa bola, de tamanho mais ou menos entre uma bola de tênis e uma bola de futebol. Cruzou o caminho e mudou ligeiramente de cor, ficando como a do chão. Depois, passou sobre a grama e ficou esverdeada e, logo, com grande rapidez, desapareceu na direção do café, onde explodiu“
Dentro do café, encontrava-se a Sra. Evelyn Murdoch, que cozinhava na ocasião para os fregueses. Conta ela:
“O café estava cheio e tudo estava normal. De súbito, houve um tumulto medonho: sons horríveis de coisas estalando, aumentado o tempo todo. Olhei pela janela da cozinha e vi pessoas correndo da praia, gritando, berrando e o barulho ficou mais forte. Repentinamente, um estalo violento. Pareceu que abalava toda a casa e toda o cozinha se iluminou com uma luz ofuscante. Nunca vi uma coisa dessas em toda minha vida… Os fregueses correram para a rua e um homem com uma perna de pau, que ocupava geralmente uma mesa junto ao balcão, correu junto com o resto. Nunca vi gente fugindo com tanta rapidez em toda minha vida.“
Mais tarde, a Sra. Murdoch descobriu que a grossa coifa de ferro fundido que ficava em cima do grande fogão do café se partira de um lado a outro. A filha dela, Sra. Jean Meldrum, encontrava-se em visita ao café quando a bola de fogo caiu. Deixara seu bebê no carrinho do lado de fora e, logo que o estranho barulho aumentou, correu para ir buscá-lo. Este o momento em que viu a bola de fogo:
“Era de um alaranjado luminoso no centro e branco puro em toda a volta e rolou pela parede do café. Foi até a janela e quando me levantei para ver o que era aquilo, a coisa saiu pela janela, bateu no meu peito e simplesmente desapareceu.“
Num estacionamento próximo de trailers, a Sra. Kitty Cox saíra para passear com seus dois cães. Diz ela:
“De repente, houve aquele ensurdecedor estampido de trovão e, então, diretamente à nossa frente, ouvi gritos e vi crianças correndo e depois aquela bola sibilante apareceu diante de mim, arrastando o que parecia uma fita de cobre, de alguns centímetros. Meus cães entraram em pânico e eu fiquei olhando, enquanto ela passava com grande rapidez, sibilando e zumbindo, e se encaminhou para o mar.“
Dos EUA vem a extraordinária história de Clara Greenlee e seu marido, que viram uma bola de fogo vermelho-alaranjada atravessar a parede do quintal concretado de sua casa em Crystal River, Flórida. Do tamanho de uma bola de basquetebol, ela rolou pelo chão; a Sra. Greenlee bateu nela com o mata-mosca, que por acaso tinha na mão. A bola explodiu com o som de tiro de espingarda. “isso deve ter matado a mosca”, disse a Sra. Riggs, vizinha de Clara Greenlee.
No Camerum, África, em 1960, a Sra Joyce Casey dirigia-se para a cozinha, certa noite, quando “uma coisa parecida com um farol de carro” correu pelo corredor em sua direção. Aproximou-se dela, virou, entrou no banheiro e desapareceu pelo vaso.
Um dos mais detalhados registros feitos por um cientista é o do Professor R. C. Jennison, dos Laboratórios de Eletrônica da Universidade de Kent, que presenciou um aparecimento em circunstâncias inusitadas e alarmantes. Foi em março de 1963. Conforme escreveu ele na revista Nature, encontrava-se a bordo de um avião da Eastern Airlines, num vôo entre Nova York e Washington, sentado em uma das poltronas da frente, quando a aeronave se viu colhida por uma violenta tempestade elétrica. O avião “foi envolvido por uma súbita, ofuscante e aterradora descarga elétrica” e, alguns segundos depois, uma esfera incandescente, de uns vinte centímetros de diâmetro, emergiu da cabine do piloto e veio descendo pelo corredor, aproximadamente a meio metro de minha poltrona, mantendo a mesma altura e o mesmo curso dentro do campo de observação”. Um aspecto desse aparecimento lança dúvida sobre uma teoria largamente aceita, a de que o relâmpago globular seria apenas uma ilusão de óptica, uma “imagem residual” ou persistente deixada na retina pelo relâmpago comum. Isso porque o Professor Jennison informou também que a bola foi vista por outra pessoa além dele, uma “apavorada aeromoça que estava sentada, com o cinto apertado, no lado oposto e mais para a parte traseira do avião. Ela viu a esfera continuar pelo corredor, até desaparecer finalmente na direção do toalete.”
Os relâmpagos globulares também já foram fotografados, embora alguns cientistas desconfiam desse elemento como prova documental, acreditando que é fácil confundir um fenômeno luminoso com outro. Mas houve alguém que não só conseguiu instantâneos (imagens fixas), como ainda um filme de 16 mm do que pode ter sido perfeitamente um relâmpago globular. Trata-se do Professor James Tuck, nascido na Inglaterra e hoje naturalizado norte-americano. Ao longo de uma brilhante carreira científica, trabalhou como conselheiro-chefe para assuntos científicos de Lorde Cherwell, colega de gabinete de Sir Winston Churchill, e mais tarde se incorporou ao Projeto Manhattan, em Los Álamos, que produziu a bomba atômica. Tuck ainda reside em Los Álamos e foi lá que ele passou a estudar em laboratório o relâmpago globular, algo que muitos pesquisadores antes dele haviam tentado em vão.
Ouvira ele dizer que o relâmpago globular aparecia de vez em quando em submarinos como resultado de manipulação incorreta da aparelhagem e, às vezes, queimava as pernas dos tripulantes inábeis. Foram frustradas suas tentativas de estudar o fenômeno a bordo de submarinos, mas descobriu que, ali mesmo em Los Álamos, havia uma bateria de submarino de dois milhões de dólares, instalada para outro programa de pesquisas, mas naquele momento ociosa. Obteve permissão para trabalhar com ela e assim iniciou uma série de experimentos “clandestinos”, com Tuck e seus colegas trabalhando no projeto durante a hora do almoço ou fora do expediente normal. Embora produzissem descargas elétricas muito fortes com a bateria, nem ele nem seus colegas conseguiram gerar coisa alguma parecida com um relâmpago globular.
Passando-se os meses, viram-se pressionados para pôr fim aos testes, a fim de que o edifício onde trabalhava com a bateria pudesse ser desocupado e demolido, abrindo espaço para outro programa de pesquisa. De repente, não houve mais tempo. Do lado de fora, os ‘bulldozers’ já esperavam para iniciar a demolição. Os cientistas haviam experimentado quase tudo em que podiam pensar, sem sucesso. Numa final e desesperada tentativa de atingir seu objetivo, resolveram adicionar alguma coisa à atmosfera em torno do comutador. Confeccionaram então uma pequena caixa de celofane em torno do comutador e a encheram de metano em baixa concentração. Achavam que a quantidade de gás, por bastante pequena, não era inflamável – mas apesar disso, tiveram sorte porque estavam agachados atrás de sacos de areia quando o comutador foi acionado. Subiu uma grande labareda e ouviu-se um formidável estrondo. Mais tarde, todos eles se lembravam de como o telhado do edifício voou pelos ares. Assim findou a experiência, mas só depois que mandaram revelar o filme, tirado por duas câmaras colocadas em ângulos diferentes, é que descobriram o que havia acontecido.
Em perto de cem imagens aparecia uma bola de luz de cerca de 10 cm de diâmetro. O Professor Tuck tem certeza de que não se trata de defeito do filme ou de falha no processo de revelação. Mas também não afirma nada, salvo que pode ser algum fenômeno relacionado com o relâmpago globular. No momento, ele tenta classificar as características do fenômeno e já isolou vários fatores potencialmente importantes. Entre eles, que ele geralmente:
1. ocorre após um relâmpago comum;
2. a bola tem, em média, 15 cm de raio;
3. apresenta em geral uma coloração de amarelo para vermelho;
4. não é excessivamente quente e costuma produzir um som sibilante.
Com base nessas características, talvez venha a surgir uma teoria aceitável para a maioria dos cientistas. Tuck inclina-se para uma reação química como origem do fenômeno, mas o fato é que a literatura científica transborda de outras teorias, desde “”meteoritos de antimatéria” a variações do tema da ilusão de óptica. Atualmente, a despeito do fato de se conhecer um número crescente de características, com base em relatos de testemunhas dignas de crédito, quase nada se sabe sobre o relâmpago globular, embora os homens de ciência agora se sintam mais confiantes de que um dia poderão explicá-lo. Ainda no campo científico, o pesquisador Jacques Bergier informou na década de 1970 sobre as bola de fogo que:
“o professor Kapitza reproduziu-a em seu laboratório e tirou belas fotos. A bola de fogo é um plasmoide, isto é, matéria ionizada, eletricamente carregada, mantida coesa até o presente por forças desconhecidas. Só que a bola de fogo tem uma existência máxima de 5 segundos e não ultrapassa 25 centímetros. (…) a bola de fogo é aliada a trovoadas, e é provavelmente produzida pela faísca comum. (…) Existem observações de bolas de fogo caindo na água. Uma dessas observações, na qual se pode medir com um termômetro, a elevação da temperatura de uma sentelha de água onde a bola caiu serviu depois de base para as estimativas de energia.”
Entretanto, como já pudemos constatar existem relatos de relâmpagos globulares maiores e de duração bem mais longa que as descritas por Jacques Bergier. A progressiva aceitação do relâmpago globular como fenômeno verdadeiro é um fato que se tem repetido constantemente na história da ciência quando esta se defronta com os mistérios. Hoje, é com espanto que nos lembramos de que a existência dos meteoritos era outrora peremptoriamente negada, tendo sido objeto de veemente discussão na Academia de Ciências da França. Os sábios simplesmente não podiam admitir que caíssem pedras do céu, embora estivessem familiarizados com o aparecimento de meteoros e conhecessem as estranhas “pedras de raio” que haviam caído na França, não encontravam meio de estabelecer uma ligação entre os dois fenômenos, estabelecer uma ligação entre os dois fenômenos, primeiro porque não existia um registro organizado de observações, e segundo porque não havia uma teoria científica que os enquadrasse.
Você provavelmente já viu um relâmpago durante uma tempestade, não? Eles são rápidos e geralmente tem sempre o mesmo comportamento. No entanto, existe um fenômeno que envolve os relâmpagos que ninguém sabe explicar. Esse mistério é chamado de “Relâmpagos Globulares”.
Relâmpagos globulares, ou raios-bola (ball lightning), são esferas luminosas que aparecem geralmente durante tempestades, possuem comportamento imprevisto e desafiam o Conhecimento Estabelecido há muitos anos. Não, não, não se trata de um Kamehameha, Hadouken ou um Fuuton Rasengan Shuriken mas é algo parecido. Até as últimas décadas do século XX, eles eram considerados uma ilusão de ótica, fraude, ou erros de interpretação das testemunhas.
O crescente número de relatos, contudo, mobilizou considerável volume de recursos e pessoas dispostas a tratá-lo com seriedade. Como é natural, a dificuldade em obter explicações consistentes dentro do paradigma mantém viva a resistência em admitir sua efetividade, de modo que a realidade concreta de muitos dos eventos continua sendo motivo de questionamento na comunidade científica.
Teoricamente, o relâmpago globular não poderia existir. Ele vai contra algumas leis da física que conhecemos e isso deixa muitas pessoas irritadas.
Existem inúmeros relatos de testemunhas oculares do fenômeno, desde muitos séculos. Segundo aqueles que já o viram, o relâmpago globular é um espetáculo apavorante:
A bola luminosa aparece de repente, avança para a pessoa emitindo um forte ruído, pode às vezes queima-la, danificar objetos, e não raro desaparece após violenta explosão.
Diana de Poitiers (amante de Henrique II, da França), por exemplo, teria sido queimada por uma chama que correu em volta de seu quarto, em sua noite de núpcias em 1557.
Em 1596, segundo um relato, algo alarmante aconteceu enquanto o Dr. Rogers pregava seu primeiro sermão na Catedral de Wells: “Em seu sermão, de acordo com um texto que escolhera, e não tendo feito oração, ele começou a discutir os espíritos e suas propriedades; momentos depois, pela janela oeste da igreja entrou uma coisa escura, do tamanho de uma bola de futebol, que seguiu pela parede do lado do púlpito; e, de repente, ela como que se partiu, mas com não menos estrondo e terror do que cem canhões houvessem sido disparados ao mesmo tempo; e com isto caiu uma tempestade extremamente violenta, com relâmpagos e trovões, como se a igreja estivesse cheia de fogo.”
Muito impressionante, sem dúvida, mas a despeito de todas essas histórias os cientistas que posteriormente se ocuparam do fenômeno continuaram a encará-lo como um enigma: ninguém conseguia decidir-se sobre se o relâmpago globular existia ou não. É bem verdade que não houve nenhum problema antes que a “era científica” trouxesse novas descobertas sobre a natureza da eletricidade: as pessoas contentavam-se em admitir que o relâmpago em forma de bola, como o trovão ou a chuva torrencial, era apenas mais uma manifestação do universo imprevisível e não poucas vezes hostil.
Já no século XIX, porém, os que estudavam a eletricidade não conseguiam conciliar seus conhecimentos com a idéia de que algo como um relâmpago pudesse existir em forma de bola, completas em si mesma. Nos laboratórios de pesquisas, eram geralmente tratadas com desdém notícias como esta, de 1892:
“… a família estava na casa, com as portas e janelas abertas, quando uma bola luminosa pareceu saltar do fio, passou pela porta aberta e uma janela, seguiu seu curso por algumas varas através do espaço aberto por trás da casa. Um menino que estava na sala agarrou o polegar gritando: “Estou ferido”, e o Sr. Hewett sentiu, durante algum tempo, uma sensação no braço esquerdo. Uma menina pegou seu xale e saíu correndo da casa para perseguir a bola. Disse que a persegiu durante certa distância, enquanto ela se afastava saltitando, até que pareceu dissipar-se no ar sem nenhuma explosão…“
Em tempos mais recentes muitos cientistas chegaram a admitir que, afinal de contas, os relâmpagos em forma de bola talvez existam. Isto se deve, de um lado, ao desenvolvimento dos conhecimentos de meteorologia e de física do plasma, permitindo criar um quadro dentro do qual se pode examinar e principiar a compreender o problema, e, de outro lado, ao fato de que não tem diminuído o número de relatos de testemunhas oculares. Houve, por exemplo, uma extraordinária manifestação do fenômeno na pequena estação balneária escocesa de Crail, em agosto de 1966.
Na tarde em questão, a Sra. Elizabeth Radcliffe voltava para casa, andando por um caminho de concreto perto da praia:
“Ergui os olhos e vi o que julguei ser uma espécie de luz e, quase no mesmo instante, ela se transformou numa bola, de tamanho mais ou menos entre uma bola de tênis e uma bola de futebol. Cruzou o caminho e mudou ligeiramente de cor, ficando como a do chão. Depois, passou sobre a grama e ficou esverdeada e, logo, com grande rapidez, desapareceu na direção do café, onde explodiu“
Dentro do café, encontrava-se a Sra. Evelyn Murdoch, que cozinhava na ocasião para os fregueses. Conta ela:
“O café estava cheio e tudo estava normal. De súbito, houve um tumulto medonho: sons horríveis de coisas estalando, aumentado o tempo todo. Olhei pela janela da cozinha e vi pessoas correndo da praia, gritando, berrando e o barulho ficou mais forte. Repentinamente, um estalo violento. Pareceu que abalava toda a casa e toda o cozinha se iluminou com uma luz ofuscante. Nunca vi uma coisa dessas em toda minha vida… Os fregueses correram para a rua e um homem com uma perna de pau, que ocupava geralmente uma mesa junto ao balcão, correu junto com o resto. Nunca vi gente fugindo com tanta rapidez em toda minha vida.“
Mais tarde, a Sra. Murdoch descobriu que a grossa coifa de ferro fundido que ficava em cima do grande fogão do café se partira de um lado a outro. A filha dela, Sra. Jean Meldrum, encontrava-se em visita ao café quando a bola de fogo caiu. Deixara seu bebê no carrinho do lado de fora e, logo que o estranho barulho aumentou, correu para ir buscá-lo. Este o momento em que viu a bola de fogo:
“Era de um alaranjado luminoso no centro e branco puro em toda a volta e rolou pela parede do café. Foi até a janela e quando me levantei para ver o que era aquilo, a coisa saiu pela janela, bateu no meu peito e simplesmente desapareceu.“
Num estacionamento próximo de trailers, a Sra. Kitty Cox saíra para passear com seus dois cães. Diz ela:
“De repente, houve aquele ensurdecedor estampido de trovão e, então, diretamente à nossa frente, ouvi gritos e vi crianças correndo e depois aquela bola sibilante apareceu diante de mim, arrastando o que parecia uma fita de cobre, de alguns centímetros. Meus cães entraram em pânico e eu fiquei olhando, enquanto ela passava com grande rapidez, sibilando e zumbindo, e se encaminhou para o mar.“
Dos EUA vem a extraordinária história de Clara Greenlee e seu marido, que viram uma bola de fogo vermelho-alaranjada atravessar a parede do quintal concretado de sua casa em Crystal River, Flórida. Do tamanho de uma bola de basquetebol, ela rolou pelo chão; a Sra. Greenlee bateu nela com o mata-mosca, que por acaso tinha na mão. A bola explodiu com o som de tiro de espingarda. “isso deve ter matado a mosca”, disse a Sra. Riggs, vizinha de Clara Greenlee.
No Camerum, África, em 1960, a Sra Joyce Casey dirigia-se para a cozinha, certa noite, quando “uma coisa parecida com um farol de carro” correu pelo corredor em sua direção. Aproximou-se dela, virou, entrou no banheiro e desapareceu pelo vaso.
Um dos mais detalhados registros feitos por um cientista é o do Professor R. C. Jennison, dos Laboratórios de Eletrônica da Universidade de Kent, que presenciou um aparecimento em circunstâncias inusitadas e alarmantes. Foi em março de 1963. Conforme escreveu ele na revista Nature, encontrava-se a bordo de um avião da Eastern Airlines, num vôo entre Nova York e Washington, sentado em uma das poltronas da frente, quando a aeronave se viu colhida por uma violenta tempestade elétrica. O avião “foi envolvido por uma súbita, ofuscante e aterradora descarga elétrica” e, alguns segundos depois, uma esfera incandescente, de uns vinte centímetros de diâmetro, emergiu da cabine do piloto e veio descendo pelo corredor, aproximadamente a meio metro de minha poltrona, mantendo a mesma altura e o mesmo curso dentro do campo de observação”. Um aspecto desse aparecimento lança dúvida sobre uma teoria largamente aceita, a de que o relâmpago globular seria apenas uma ilusão de óptica, uma “imagem residual” ou persistente deixada na retina pelo relâmpago comum. Isso porque o Professor Jennison informou também que a bola foi vista por outra pessoa além dele, uma “apavorada aeromoça que estava sentada, com o cinto apertado, no lado oposto e mais para a parte traseira do avião. Ela viu a esfera continuar pelo corredor, até desaparecer finalmente na direção do toalete.”
Os relâmpagos globulares também já foram fotografados, embora alguns cientistas desconfiam desse elemento como prova documental, acreditando que é fácil confundir um fenômeno luminoso com outro. Mas houve alguém que não só conseguiu instantâneos (imagens fixas), como ainda um filme de 16 mm do que pode ter sido perfeitamente um relâmpago globular. Trata-se do Professor James Tuck, nascido na Inglaterra e hoje naturalizado norte-americano. Ao longo de uma brilhante carreira científica, trabalhou como conselheiro-chefe para assuntos científicos de Lorde Cherwell, colega de gabinete de Sir Winston Churchill, e mais tarde se incorporou ao Projeto Manhattan, em Los Álamos, que produziu a bomba atômica. Tuck ainda reside em Los Álamos e foi lá que ele passou a estudar em laboratório o relâmpago globular, algo que muitos pesquisadores antes dele haviam tentado em vão.
Ouvira ele dizer que o relâmpago globular aparecia de vez em quando em submarinos como resultado de manipulação incorreta da aparelhagem e, às vezes, queimava as pernas dos tripulantes inábeis. Foram frustradas suas tentativas de estudar o fenômeno a bordo de submarinos, mas descobriu que, ali mesmo em Los Álamos, havia uma bateria de submarino de dois milhões de dólares, instalada para outro programa de pesquisas, mas naquele momento ociosa. Obteve permissão para trabalhar com ela e assim iniciou uma série de experimentos “clandestinos”, com Tuck e seus colegas trabalhando no projeto durante a hora do almoço ou fora do expediente normal. Embora produzissem descargas elétricas muito fortes com a bateria, nem ele nem seus colegas conseguiram gerar coisa alguma parecida com um relâmpago globular.
Passando-se os meses, viram-se pressionados para pôr fim aos testes, a fim de que o edifício onde trabalhava com a bateria pudesse ser desocupado e demolido, abrindo espaço para outro programa de pesquisa. De repente, não houve mais tempo. Do lado de fora, os ‘bulldozers’ já esperavam para iniciar a demolição. Os cientistas haviam experimentado quase tudo em que podiam pensar, sem sucesso. Numa final e desesperada tentativa de atingir seu objetivo, resolveram adicionar alguma coisa à atmosfera em torno do comutador. Confeccionaram então uma pequena caixa de celofane em torno do comutador e a encheram de metano em baixa concentração. Achavam que a quantidade de gás, por bastante pequena, não era inflamável – mas apesar disso, tiveram sorte porque estavam agachados atrás de sacos de areia quando o comutador foi acionado. Subiu uma grande labareda e ouviu-se um formidável estrondo. Mais tarde, todos eles se lembravam de como o telhado do edifício voou pelos ares. Assim findou a experiência, mas só depois que mandaram revelar o filme, tirado por duas câmaras colocadas em ângulos diferentes, é que descobriram o que havia acontecido.
Em perto de cem imagens aparecia uma bola de luz de cerca de 10 cm de diâmetro. O Professor Tuck tem certeza de que não se trata de defeito do filme ou de falha no processo de revelação. Mas também não afirma nada, salvo que pode ser algum fenômeno relacionado com o relâmpago globular. No momento, ele tenta classificar as características do fenômeno e já isolou vários fatores potencialmente importantes. Entre eles, que ele geralmente:
1. ocorre após um relâmpago comum;
2. a bola tem, em média, 15 cm de raio;
3. apresenta em geral uma coloração de amarelo para vermelho;
4. não é excessivamente quente e costuma produzir um som sibilante.
Com base nessas características, talvez venha a surgir uma teoria aceitável para a maioria dos cientistas. Tuck inclina-se para uma reação química como origem do fenômeno, mas o fato é que a literatura científica transborda de outras teorias, desde “”meteoritos de antimatéria” a variações do tema da ilusão de óptica. Atualmente, a despeito do fato de se conhecer um número crescente de características, com base em relatos de testemunhas dignas de crédito, quase nada se sabe sobre o relâmpago globular, embora os homens de ciência agora se sintam mais confiantes de que um dia poderão explicá-lo. Ainda no campo científico, o pesquisador Jacques Bergier informou na década de 1970 sobre as bola de fogo que:
“o professor Kapitza reproduziu-a em seu laboratório e tirou belas fotos. A bola de fogo é um plasmoide, isto é, matéria ionizada, eletricamente carregada, mantida coesa até o presente por forças desconhecidas. Só que a bola de fogo tem uma existência máxima de 5 segundos e não ultrapassa 25 centímetros. (…) a bola de fogo é aliada a trovoadas, e é provavelmente produzida pela faísca comum. (…) Existem observações de bolas de fogo caindo na água. Uma dessas observações, na qual se pode medir com um termômetro, a elevação da temperatura de uma sentelha de água onde a bola caiu serviu depois de base para as estimativas de energia.”
Entretanto, como já pudemos constatar existem relatos de relâmpagos globulares maiores e de duração bem mais longa que as descritas por Jacques Bergier. A progressiva aceitação do relâmpago globular como fenômeno verdadeiro é um fato que se tem repetido constantemente na história da ciência quando esta se defronta com os mistérios. Hoje, é com espanto que nos lembramos de que a existência dos meteoritos era outrora peremptoriamente negada, tendo sido objeto de veemente discussão na Academia de Ciências da França. Os sábios simplesmente não podiam admitir que caíssem pedras do céu, embora estivessem familiarizados com o aparecimento de meteoros e conhecessem as estranhas “pedras de raio” que haviam caído na França, não encontravam meio de estabelecer uma ligação entre os dois fenômenos, estabelecer uma ligação entre os dois fenômenos, primeiro porque não existia um registro organizado de observações, e segundo porque não havia uma teoria científica que os enquadrasse.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Evoluir
Nasci em uma terra infértil... de pensar. Todos os recursos de raciocínio eram destinados às ferramentas de sobrevivência. Então decidi me jogar ao abismo e... me dei bem. Ao cair, consegui pensar mais em poucos segundos do que uma vida inteira como escravo da burrice.
Adaptado por Rodrigo Da Silva Lima
Canção noturna.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Kiss From A Rose
There used to be a greying tower alone on the sea.
You became the light on the dark side of me.
Love remained a drug that's the high and not the pill.
But did you know,
That when it snows,
My eyes become large and
The light that you shine can be seen.
Baby,
I compare you to a kiss from a rose on the grey.
Ooh,
The more I get of you,
Stranger it feels, yeah.
And now that your rose is in bloom.
A light hits the gloom on the grey.
There is so much a man can tell you,
So much he can say.
You remain,
My power, my pleasure, my pain, baby
To me you're like a growing addiction that I can't deny.
Won't you tell me is that healthy, baby?
But did you know,
That when it snows,
My eyes become large and the light that you shine can be seen.
Baby,
I compare you to a kiss from a rose on the grey.
Ooh, the more I get of you
Stranger it feels, yeah
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the grave.
I've been kissed by a rose on the grave,
I've been kissed by a rose (on the grave)
I've been kissed by a rose on the grave,
... And if I should fall along the way
I've been kissed by a rose
... Been kissed by a rose on the grave.
There is so much a man can tell you,
So much he can say.
You remain
My power, my pleasure, my pain.
To me you're like a growing addiction that I can't deny, yeah
Won't you tell me is that healthy, baby.
But did you know,
That when it snows,
My eyes become large and the light that you shine can be seen.
Baby,
I compare you to a kiss from a rose on the grave.
Ooh, the more I get of you
Stranger it feels, yeah
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the grave.
Yes I compare you to a kiss from a rose on the grave
Ooh, the more I get of you
Stranger it feels, yeah
And now that your rose is in bloom
A light hits the gloom on the grave
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the grave.
Top Gear (Hemp Driver)
_ Ô seu "filho de uma puta"!
Sai da frente com este carro!
O meu pé tá venenoso
E meu "possante" é "do caralho"!
Olhe esses bancos de
couro,
Joga fora esse cigarro.
O escapamento solta fogo
E acende Meu Baseado
Vê se sai da minha
frente!
Eu já te dei um farol alto!
O asfalto está
queimando,
E estamos todos, alucinados!
A combustão tem seis cilindros,
Se bater, BUM! Tá enrolado.
A fumaça é do estilo,
Vou esticar meu carburado!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Viajando na estrada cinzenta, passando por bosques mortos, esperando algum sinal de vida, que se manisfeste a vontade, verdade e mentiras já não tem a mesma eficiência na minha realidade, este labirinto é muito fácil de se resolver mas o medo é absolutamente grande, não me acovardo em desafiado, me jogo... não sou daqui. ou me recuso as glórias destinadas a mim sem merecimento. Sou louco. não tente me convencer do contrario.
Reclamações 158
A maioria dos socialistas possuem a opinião de que o capitalismo concentra injustamente a riqueza e o poder nas mãos de um pequeno segmento da sociedade que controla o capital e deriva a sua riqueza através da exploração, criando uma sociedade desigual, que não oferece oportunidades iguais para todos afim de maximizar suas potencialidades.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Pensamento: Sentimento
Pensamento: Sentimento: Se apegar a alguém é destino escolhido, trilhar os bons conselhos deste alguém é divino, não ha explicação reciproca que possa fazer ente...
Sentimento
Se apegar a alguém é destino escolhido, trilhar os bons conselhos deste alguém é divino, não ha explicação reciproca que possa fazer entender algo tão simples, que é a vontade de fazer com que seus próximos se sintam e estejam protegidos, não há valor que pague um conselho que te faz subir mais um degrau, que o torna mais maduro e capaz seguir em frente.
Fusão
A selva é dos Carnívoros bebedores de sangue... Isto é
uma realidade... Só os fortes sobrevivem... Não sejamos os fracos... até os
fracos cansam de ser, Welcome to the jungle...
Às vezes um instante raro, melhor
que uma vida inteira, Acorrentou-me oxidado, são os meus monstros as preces das
ferrugens, fuleiragem da vida, me libertarei de mim mesmo pela curiosidade do
inexistente a minha frente.
Depressão não é um mal
contagioso, é uma coisa que as pessoas te ensinam, por ventura aprendemos,
perplexo sinteticamente o ódio corra nas veias, como que inalado pelas narinas
de um ancião, cobrem-me a seda branca os meus olhos da realidade.
Pensamento, é duro entender mas o fato é que até estes pensamentos, são átomos, será que temos o dever de dominar esta ciência, e sentir o gosto de ser um Deus, ou existiria uma lei que impediria tal fato.
Escolha, tudo em um simples modo depende de uma escolha, e para cada escolha existe uma reação, isso já é antigo para muitas pessoas, pessoas que pensão e escolhem, duvidam e logo existem. Oque seria do mundo sem as pessoas que pensam, e oque seria dos grandes nomes pensantes sem a existência da massa, como se cada um tivesse determinado a exercer sua rotina de pensamentos para se encaixar em meio a uma sociedade. Ou não? seriamos capazes de realmente escolher ou somos enganados pelo destino.
Destino não existe? o que não existe é a pergunta em si, por volta de si mesma. Oque existe é oque você tem a capacidade de imaginar, desejar e as condições de fazer acontecer.
Ideia
Não ha nada mais valoroso em uma grande ideia, que a insaciável sede de busca pelos interessados.
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